Domingo, 23 de janeiro de 2022

Carteira do Idoso agora se pede pela internet

=> E para aqueles que já possuem o documento, a validade foi prorrogada até julho deste ano

Do Portal Mix Vale

O que é preciso para pedir a Carteira do Idoso? As pessoas que quiserem obter a Carteira da Pessoa Idosa poderão fazê-lo sem sair de casa. De acordo com a resolução publicada no Diário Oficial da União (DOU), idosos não precisam mais se deslocar às unidades do Centro de Referência de Assistência Social (Cras) para requisitar e/ou emitir o documento.

E para aqueles que já possuem o documento, a validade foi prorrogada até julho deste ano. A carteira pode continuar sendo usada normalmente até a renovação, que será feita pela internet.

"É um grande avanço na oferta desse serviço, pois desburocratiza o acesso a um direito e facilita a vida do cidadão", avalia Camila Cipriano, analista de políticas sociais da Secretaria Nacional de Assistência Social, do Ministério da Cidadania. Ela ressalta ainda que a mudança permite que os idosos se protejam da infecção do novo coronavírus ao não precisarem sair de casa para continuar a utilizar o benefício.

No entanto, caso tenha dificuldade de acesso à internet, o idoso pode se dirigir a uma unidade do Cras para receber orientação e, assim, emitir a carteirinha. Lá também pode ser emitida declaração provisória específica de beneficiário quando a pessoa idosa tem urgência em viajar, mas o documento ainda não foi emitido por questões de sistema.

COMO REQUISITAR A CARTEIRA DO IDOSO

Para requisitar a Carteira da Pessoa Idosa, é necessário que a pessoa esteja inscrita no Cadastro Único para Programas Sociais, tenha idade mínima de 60 anos e renda individual mensal de até dois salários mínimos.

Com o novo sistema, a emissão das carteiras será feita pela internet, no endereço https://carteiraidoso.cidadania.gov.br.

O documento poderá ser apresentado na forma digital, pela tela do celular, por exemplo, pois já tem verificação de QR Code para a validação junto às empresas de transporte.

A Carteira da Pessoa Idosa possibilita o acesso a vagas gratuitas e desconto de, no mínimo, 50% no valor das passagens interestaduais, nos termos do art. 40 da Lei 10.741, de 1º de outubro de 2003, conhecida como Estatuto da Pessoa Idosa.

17/01/22

Serpro ganha contrato de R$ 72 milhões para fazer a identificação civil nacional

O Serpro foi escolhido para operacionalizar a Identificação Civil Nacional, sob o comando do Tribunal Superior Eleitoral. A estatal de TI vai prestar serviços de de conferência biográfica e biométrica, pesquisa biográfica e emissão de Documento Nacional de Identificação (DNI). O Serpro ficará com a gestão do maior banco de dados biométricos das Américas, e que, hoje, já contabiliza informações de mais de 120 milhões de eleitores com foto, assinatura e impressões digitais.

O valor do contrato é expressivo: R$ 72.294.486,45 e já está em vigor, conforme nota divulgada no Diário Oficial da União. O objetivo do Programa de Identificação Civil Nacional é o de implantar um sistema integrado de identificação em todo o Brasil. O programa da ICN utiliza a base de dados biométricos da Justiça Eleitoral e do Sistema Nacional de Informações de Registro Civil (Sirc). Todas as informações são armazenadas e geridas pelo TSE, responsável pela atualização, integridade, autenticidade e confidencialidade da iniciativa.

A ICN será a base para o governo como plataforma. "Pelo Gov.br ser uma plataforma transversal, conseguimos aproveitar essa demanda acelerada pelo digital na pandemia e transformar em entregas de fato para a população. Além de diversos serviços, e eles já são mais de 3,4 mil, também é uma plataforma de identificação, que saiu de 1,8 milhão em 2019 e já tem 117 milhões de pessoas, o que é muito representativo se pensarmos na população adulta", disse Fernando Mitkiewicz, secretário de Governo Digital do Ministério da Economia.

(Convergência Digital)

17/01/22

Coronavírus e gripe em um mesmo diagnóstico?

=> O que já sabemos sobre a "flurona" e quais os novos desafios trazidos pelo quadro

Desde o início do mês de janeiro, vivemos um aumento expressivo, e progressivo, no número de casos de doenças que afetam o sistema respiratório causadas pela Covid-19, mas também pelo vírus "Influenza", popularmente conhecido como gripe. Provocado pela altíssima taxa de transmissibilidade dessas doenças, foi identificada a ocorrência de casos de pacientes diagnosticados simultaneamente com Coronavírus e gripe, um quadro que ficou popularmente conhecido como "flurona" ("flu" se refere ao vírus da gripe Influenza e "rona" se refere ao coronavírus). Nas redes sociais, o assunto tem reverberado, gerando muitas dúvidas e temores, em meio a uma nova explosão das internações.

O tema pode parecer complexo, mas os especialistas explicam que é bem mais simples do que parece. Na prática médica, casos de infecção por mais de um vírus, simultaneamente, são comuns e não representam o surgimento de uma nova doença ou mutação viral, por exemplo. Em entrevista à BBC Brasil, o infectologista Alberto Chebabo afirmou que o uso do termo "flurona" pode confundir as pessoas, ao levar a um falso entendimento do quadro: "esse nome flurona é péssimo e nem deveria ser usado. Não se trata de uma doença nova ou de um vírus diferente", afirmou o especialista.

Como consequência da dupla infecção, é possível que o paciente apresente sinais das duas doenças ao mesmo tempo. Diferenciar os quadros, contudo, não é uma tarefa simples, devido às similaridades dos sintomas, que são todos característicos das infecções respiratórias. Por isso, a realização de um teste clínico é a única maneira de confirmar o quadro com precisão. Isso pode ser feito por meio de um exame RT-PCR, de antígenos para cada vírus individualmente, ou ainda por uma análise mais completa (e mais cara), em testes que traçam um "painel viral", identificando a presença de vírus diferentes um uma mesma amostra.

As reações à coinfecção dependem da condição imunológica de cada organismo e não são, necessariamente, graves. Pacientes devidamente vacinados contra a gripe e a Covid-19, por exemplo, tendem a responder melhor à infecção, desenvolvendo formas mais brandas da doença. É importante também destacar que, desde a notificação do primeiro caso global de contaminação dupla entre a Covid-19 e a Influenza, não surgiram evidências ou estudos científicos que apontem uma relação do quadro com a ampliação do número de casos graves ou de internações.

MANTER OS CUIDADOS PREVENTIVOS AINDA É A MELHOR FORMA DE PROTEÇÃO

Como aprendemos ao longo da pandemia, as medidas mais efetivas para barrar a transmissão dessas doenças respiratórias são a manutenção de medidas de higiene e o distanciamento social, sempre aliados à vacinação completa. O ideal é que todos os pacientes tenham completado o esquema de imunização contra a Covid-19. Já a vacinação contra o Influenza ganha ainda mais importância, revelando-se como fundamental para pessoas que fazem parte dos grupos de risco, bem como para os moradores de localidades que sofrem com surtos da doença.

A convivência permanente com a ameaça representada pela Covid e suas consequências, ao longo desses últimos dois anos, mostra que o único caminho para a superação da pandemia passa pelo envolvimento e a responsabilidade de cada um e de toda a sociedade.

17/01/22

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