Quinta, 21 de outubro de 2021

Destaque

Serpro: a empresa de tecnologia que impulsiona a transformação digital do país => Em entrevista ao Portal do Serpro, o Presidente da estatal e o secretário especial de Desburocratização, Gestão e Governo Digital do Ministério da Economia relatam como as soluções inovadoras estão mudando o relacionamento do cidadão com o Estado

O Governo Federal completou 1000 dias. O Serpro, um dos protagonistas da transformação digital no Brasil, destaca as realizações mais emblemáticas do período no percurso da desburocratização do Estado com soluções que mudam a forma do cidadão ter acesso aos serviços públicos. O Portal Serpro conversou com o presidente da empresa, Gileno Gurjão Barreto, e o secretário Especial de Desburocratização, Gestão e Governo Digital do Ministério da Economia, Caio Mario Paes de Andrade, que foi presidente do Serpro no período de janeiro de 2019 a agosto de 2020. Confira!

Portal - É possível falar em transformação digital no Brasil sem mencionar o Serpro?

Caio - A missão do Serpro é conectar Estado e sociedade com soluções digitais inovadoras e, nestes 1000 dias, a empresa reafirmou o seu compromisso e protagonismo na transformação digital do país. Mais do que serviços digitais para o cidadão, nesse período, oferecemos também ao mercado soluções de inteligência capazes de trazer segurança para o ambiente de negócio do país.

Gileno - Nossas soluções estão mudando a forma como a população tem as suas necessidades atendidas. O uso da tecnologia também gerou mais transparência e eficiência no controle dos processos administrativos, garantindo mais agilidade e reduzindo custos operacionais. Nesse período, o Serpro avançou consideravelmente em biometria e identificação digital, o que é o início de uma nova era de facilidades e seguranças para o cidadão.

Portal - Qual o maior desafio enfrentado pelo Serpro nesses 1000 dias?

Caio - Sem dúvida, foi enfrentar um longo período de pandemia, que trouxe incertezas tanto no campo da economia quanto nas relações pessoais e trabalhistas, exigindo transformações culturais de forma rápida. A atuação ágil da empresa garantiu o sucesso da operação de levar o corpo funcional para trabalhar em casa, evitando a propagação da Covid-19. Em apenas três dias, colocamos mais de 6 mil empregados em home office, um desafio superado graças à expertise e comprometimento da empresa, além de um know how tecnológico, que possibilitou a continuidade das atividades, sem interrupções.

Gileno - Não há precedentes na História que possam balizar as ações que a empresa adotou durante a pandemia. E mesmo com todo o desafio posto e a retração global da atividade econômica, apresentamos lucro líquido de quase R$ 500 milhões. A finalidade do Serpro de ser uma empresa de inteligência digital facilitou o processo, que contou com a competência da estatal em segurança de dados e desenvolvimento de soluções.

Portal - Já falando em resultados financeiros: nos últimos dois anos, o Serpro não apenas registrou lucro líquido como também enxugou processos e diminuiu custos operacionais. Como isso foi possível?

Gileno - O resultado de 2020 mostrou lucro líquido de R$ 462,1 milhões. Destaque para o crescimento de R$ 128,4 milhões nas receitas provenientes de clientes privados e pela melhoria na performance operacional da empresa, resultado das melhores práticas de gestão, implementadas a partir de 2019, ano em que o Serpro apresentou lucro de 486,9 milhões. Cabe destacar que as ações de gestão (renegociação de contratos, economia com acordos judiciais, implementação de imunidade tributária, redução de custos com pessoal e contratos de terceiros, entre outras) foram fundamentais para a melhoria generalizada dos indicadores econômico-financeiros, o que garantiu retorno de investimento ao acionista, que em última instância é o contribuinte que paga impostos.

Com foco na diversificação da carteira e ampliação do portfólio de serviços de inteligência de negócio, o mercado privado corresponde, atualmente, a 15,3% da receita total. Ao isolarmos a relação comercial com clientes privados, o crescimento médio do período foi de 38% (biênio 2019-20 x biênio 2017-18). Esses resultados refletem a capacidade do Serpro em promover a sustentabilidade empresarial e impulsionar a transformação digital no Brasil em todos os setores de atuação. Apresentamos ao país um novo Serpro, para melhor servir a um novo Brasil, mais eficiente, mais digital, mais voltado ao cidadão.

Portal - Em setembro de 2020, a LGPD entrou em vigor e trouxe mudanças para todos os setores. Como o Serpro se adaptou e quais as ações implementadas?

Gileno - Quando assumimos a gestão, em 2019, iniciamos o projeto de adequação à LGPD e a empresa avançou na direção de ser referência, tanto interna quanto externamente, para atender aos requisitos e às melhores práticas e colaborar para um melhor ambiente de negócios. Essa ação nos posicionou como referência no tema Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais.

Leia mais aqui.

18/10/21

Como saber se o seu CPF já foi usado por outras pessoas

=> Lista traz dicas para descobrir dívidas desconhecidas, solicitações de benefícios e até movimentações na "dark web" com o documento

Por Rodrigo Fernandes, para o TechTudo

Com o aumento de vazamentos de dados, muitos brasileiros se perguntam se o seu CPF já foi usado por outras pessoas sem o devido consentimento. A resposta para essa dúvida inquietante pode ser encontrada com a ajuda de ferramentas online e gratuitas.

Por meio de consultas aos serviços de proteção ao crédito ou a plataformas oficiais do Governo Federal, por exemplo, é possível conferir se o nome do cidadão está envolvido em débitos desconhecidos, movimentações na dark web, solicitações de benefícios sociais ou práticas ilegais. Confira, a seguir, cinco formas de saber se o seu CPF já foi usado por outras pessoas.

1. Consulte o Registrato, do Banco Central

O Registrato é um sistema administrado pelo Banco Central que reúne online todas as informações sobre as operações de crédito e relações com bancos e instituições financeiras vinculadas ao nome do cidadão. É possível acessar o serviço periodicamente para monitorar as contas bancárias associadas ao CPF e conferir se existem cadastros, abertura de contas (ativas ou inativas), movimentações desconhecidas ou dívidas, o que pode indicar fraude.

Para consultar o Registrato, é necessário validar o cadastro no próprio aplicativo do banco que o usuário utiliza. Nesse procedimento, será gerado um código PIN. Em seguida, basta acessar o Registrato no site do Banco Central, informando o código, para visualizar um relatório com todas as instituições financeiras nas quais você já teve ou ainda tem conta ativa.

2. Consulte o CPF na Serasa Experian

O site Serasa Consumidor permite que o usuário consulte, de forma gratuita, se seu CPF está regular ou negativado, isto é, se a pessoa está com "nome sujo" por causa de dívidas ativas. Para isso, basta acessar a plataforma (serasaconsumidor.com.br), fazer um breve cadastro com dados pessoais básicos e visualizar se existe alguma dívida em aberto. Em caso positivo, são exibidos no site o valor do débito, a empresa credora e as datas de vencimento originais.

Caso desconheça algum débito, é provável que seus dados tenham sido usados por outras pessoas para a contração da dívida. Neste caso, é necessário entrar em contato com a instituição envolvida para prosseguir com os meios de resolução da fraude.

3. Consulte o banco de dados do SCPC

Em processo semelhante ao do Serasa Consumidor, você também pode consultar se seu nome está vinculado a dívidas no SCPC (Serviço Central de Proteção ao Crédito), o que indicaria uso indevido do CPF. Para realizar a pesquisa, basta acessar o site do Boa Vista Consumidor Positivo (consumidorpositivo.com.br/consulta-cpf-gratis), preencher um rápido cadastro com dados de identificação básicos e visualizar se existem pendências no seu nome.

Saiba mais aqui.

18/10/21

Ansiedade social, um dos efeitos colaterais da pandemia

=> O desconforto no contato com outras pessoas é queixa comum após mais de um ano em isolamento social. Entenda os sintomas e conheça dicas para lidar com o problema

Com o avanço da vacinação contra a Covid-19 em todo o Brasil, o retorno às atividades presenciais já é uma realidade para milhões de brasileiros. Após um longo período de isolamento social, porém, uma grande parte das pessoas tem apresentado um quadro de desconforto com a retomada do contato social, um reflexo natural da duradoura permanência em reclusão. Em alguns casos, entretanto, a situação extrapola o estranhamento inerente ao processo de readaptação, gerando reais dificuldades de convivência, em um quadro conhecido por médicos e especialistas como ansiedade social ou fobia social. Nesses casos, há uma perda significativa de qualidade da saúde mental do paciente, o que acende um alerta para a necessidade de estar atento aos sinais da doença, de modo a combatê-la efetivamente antes que gere maiores prejuízos na vida pessoal dos afetados pelo quadro.

Em geral, os sintomas da ansiedade social se assemelham aos experimentados pelos pacientes diagnosticados com ansiedade crônica. Esses sintomas, contudo, costumam ser mais voltados para as relações interpessoais. Um dos principais sinais de que o desconforto em situações sociais pode requerer uma atenção especial é a hipervigilância ou até mesmo sensação de medo ao interagir com pessoas fora do círculo de convivência, especialmente em pessoas que não experimentaram essas dificuldades previamente, antes da pandemia. A fobia social também pode ser somatizada pelo organismo, o que é revelado pelos sinais de desconforto físico, como o aumento da frequência cardíaca, sudorese excessiva, confusão mental, diarreia, tensão muscular e sensação de sufocamento ou falta de ar.

Além da sintomática associada ao quadro, outro fator que chama atenção em casos de ansiedade social é o afastamento do paciente de interações e da prática de atividades que previamente eram realizadas com prazer, a exemplo da prática de exercícios físicos ou até mesmo de encontros esporádicos com grupos de amigos e familiares. Isso acontece porque a fobia social, quando não tratada corretamente, acaba fazendo com que o paciente evite ao máximo contato com outras pessoas, mesmo as mais queridas, pelo medo das crises que esses encontros podem desencadear. Este é um transtorno que causa uma insegurança profunda, levando a uma sensação de exposição a julgamentos, mesmo por aqueles entes e amigos mais próximos, que sempre fizeram parte do círculo de convivência do paciente. Em casos mais graves, a ansiedade social pode inclusive levar à criação de situações hipotéticas ou à leitura distorcida de situações comuns, o que prejudica bastante as relações interpessoais dos acometidos pela doença.

A ANSIEDADE SOCIAL TEM CURA?

Nos casos mais leves de desconforto nas interações públicas, especialistas afirmam que o melhor caminho é também o mais difícil: é necessário enfrentar a situação. Mas isso não precisa acontecer bruscamente. A ideia é que o paciente volte pouco a pouco às suas atividades cotidianas, sempre de modo gradual. Dessa forma, será possível construir, no dia a dia, estratégias para enfrentar a ansiedade social. Também é indicado que o paciente busque o auxílio na psicoterapia, importante ferramenta para ajudar o paciente a criar atalhos mentais que ajudem a lidar com o contato social.

O auxílio de um profissional da psicologia se faz mais necessário ainda nos casos que apresentam gravidade, sendo a psicoterapia um ponto fundamental de suporte para o paciente. Nesse contexto, porém, a recomendação também passa por buscar uma avaliação psiquiátrica, como forma de avaliar a necessidade do uso de medicações que aliviam os sintomas, melhorando a qualidade de vida do paciente e dando suporte para a realização do tratamento psicoterapêutico.

É sempre importante considerar que vivemos um momento de grandes transformações. A queda do número de casos e de mortes pela Covid, consequência direta dos índices de vacinação que começamos a atingir, traz consigo um novo desafio: superar as consequências e as sequelas, físicas e mentais, geradas pela Covid-19.

18/10/21

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