Sábado, 20 de abril de 2019

Assembleia Geral Ordinária da ASPAS: dia 24 de abril, 4ª feira, às 10 horas, no Centro do Rio


Leia em nosso Informe ASPAS o material que será avaliado na A.G.O.

A ASPAS realiza, no próximo dia 24 de abril, 4ª feira, sua Assembleia Geral Ordinária anual, quando serão examinados e votados o Relatório de Atos da Diretoria no ano passado, o Balanço e o Demonstrativo Sintéticos de 2018.

A assembleia terá início às 10 horas, na sede da ASPAS, no Centro do Rio.

Os documentos apresentados pela Diretoria, que serão objeto da assembleia, estão publicados no "Informe ASPAS" nº 45, que traz também o parecer do Conselho Fiscal e a deliberação do Conselho Deliberativo, referentes à documentação contábil de 2018.

Você pode ler o Informe ASPAS clicando sobre a imagem do informativo, ou aqui para ver a versão folheável. 

15/04/19




Justiça garante inclusão de dependente em plano de previdência complementar após morte do segurado

Do jornal Extra

A Terceira Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) reafirmou o direito de incluir em um plano de previdência complementar, para recebimento da pensão por morte, um dependente que não foi colocado como beneficiário antes do falecimento do segurado. A decisão considera que o instituto tem caráter social.

No caso julgado, o dependente, nascido em 2007, era filho de um segurado que faleceu em 2009, tendo incluído apenas filhos de seu relacionamento anterior como seus beneficiários. O fundo de previdência então alegou que não foram constituídas reservas financeiras para suportar o pagamento da pensão para mais um dependente.

Mas para a relatora do recurso no STJ, ministra Nancy Andrighi, a inclusão do filho é justificada pelo caráter social da previdência.

- Na hipótese em julgamento, o caráter social da inclusão de beneficiário não indicado se mostra ainda mais candente, pois se trata não de uma companheira, mas de um novo filho que, sem dúvida alguma, precisará de todo o amparo possível após o falecimento de seu genitor - justificou a relatora.

COMENTÁRIO DA ASPAS SOBRE O TEMA

Sobre esta decisão do STJ, a Diretoria da ASPAS entende que, embora seja uma questão humanitária, o fundo de pensão em questão tem razão em argumentar que não foi constituída reserva atuarial para suportar o benefício de pensão para este novo dependente, não incluído tempestivamente pelo participante. Se for mantida a decisão do STJ, os demais participantes é que terão de arcar com o pagamento deste novo assistido.

Os fundos de pensão tem caráter social, porém os benefícios dos participantes assistidos são suportados pelo regime de capitalização, ou seja, pelas contribuições que os próprios participantes, e da patrocinadora, realizaram ao longo da vida ativa dos mesmos, contribuições estas calculadas atuarialmente. Já para a Previdência Social Pública, os benefícios dos aposentados são pagos pela receita das contribuições dos trabalhadores em atividade e dos empregadores, com os eventuais déficits cobertos pelo caixa da União, ou seja, pelo conjunto da sociedade.

15/04/19

Colegas do Rio de Janeiro: Serpro recolhe donativos para desabrigados do Horto

Vivendo o luto



=> Perder alguém é um processo difícil, mas que pode ser enfrentado com serenidade e força - principalmente pelos idosos

A perda de pessoas queridas é assunto bastante delicado para qualquer pessoa, mas pode se tornar um tópico especialmente sensível para os idosos. Nessa faixa etária, as despedidas se tornam mais frequentes, o que pode desencadear um violento e doloroso luto. Nesses momentos, a tomada de consciência sobre o processo da perda e a compreensão dos sentimentos por ela gerados podem ser fundamentais para superar a tristeza.

É certo que a perda acaba afetando a rotina da pessoa, o que torna a saudade ainda mais presente. A interação social do idoso, por exemplo, diminui consideravelmente com a morte de cônjuges e amigos. Para psicólogos, essa situação pode ser contornada com ajustes que tragam novidades à antiga rotina. Devemos identificar os momentos onde a perda é mais sentida e pensar novas ocupações e atividades para o período. Além disso, a presença da família e de amigos é imprescindível para que o luto não seja um processo solitário.

Os idosos podem, ainda, perceber um declínio em sua própria saúde após viver a morte de alguém querido. Esse processo é bastante natural, já que o nosso corpo tende a ficar mais vulnerável quando passamos por momentos difíceis. Por isso, é preciso fortalecer o corpo nos períodos de luto. Exercícios e uma alimentação balanceada podem garantir mais saúde para lidar com os sentimentos negativos. Afinal, é como diz o ditado: mente sã, corpo são.

Além disso, o luto também pode desencadear certos distúrbios do sono e ansiedade, processos bastante comuns para quem está lindando com uma perda. Esses efeitos normalmente se resolvem com o passar do tempo e podem ser aliviados com acompanhamento psicológico e até mesmo tratamentos alternativos como acupuntura e meditação. Se os sintomas forem prolongados, entretanto, um acompanhamento médico pode ser o melhor caminho, para que o quadro não seja agravado e acabe desencadeando um estado de depressão.

Por fim, lembre-se, acima de tudo, que não existem regras sobre como vivenciar a perda. O seu tempo de luto não precisa necessariamente ser o mesmo que o de outras pessoas e é muito importante que isso seja respeitado.

Você encontra, aqui, mais sobre o assunto, com a opinião de psicólogos e depoimentos de pessoas que vivenciaram o luto e passaram por essa fase da melhor forma possível. Confira!

15/04/19

Parabenize os aniversariantes da semana