Sexta, 14 de dezembro de 2018

Reunião mensal com associados e almoço de confraternização de fim de ano da ASPAS: momento de alegria

Declaração Universal dos Direitos Humanos faz 70 anos

Virou moda falar em Direitos Humanos, mas poucos conhecem

A Declaração Universal dos Direitos Humanos (DUDH), que delineia os direitos humanos básicos, foi adotada pela Organização das Nações Unidas em 10 de dezembro de 1948. Ela está completando, portanto, 70 anos. O documento histórico foi esboçado, principalmente, pelo canadense John Peters Humphrey, mas contou com a colaboração de várias pessoas de todo o mundo.

Abalados pela recente barbárie da Segunda Guerra Mundial, e com o intuito de construir um mundo sob novos alicerces, os dirigentes das nações que emergiram como potências no período pós-guerra, liderados por Estados Unidos e União Soviética, estabeleceram, na Conferência de Yalta, na Rússia, em 1945, as bases de uma futura paz mundial, definindo a criação de uma organização multilateral, a ONU, que promovesse negociações sobre conflitos internacionais, buscando evitar guerras e promover a paz e a democracia, além de fortalecer o respeito aos Direitos Humanos.

Embora a Declaração Universal dos Direitos Humanos não seja um documento com obrigatoriedade legal, serviu como base para os dois tratados sobre direitos humanos da ONU que, estes sim, têm força legal: o Pacto Internacional dos Direitos Civis e Políticos e o Pacto Internacional sobre os Direitos Econômicos, Sociais e Culturais.

O fato é que a DUDH foi e é um marco elaborado pela própria Humanidade sobre como os seres humanos desejam ser tratados por governos e pelas sociedades, e quais direitos julgam essenciais à sua existência e dignidade.

Conheça a Declaração aqui.

10/12/18

#DezembroLaranja chega ao 5º ano pela prevenção ao câncer de pele

Iniciativa da Sociedade Brasileira de Dermatologia alerta sobre o tema e realiza exames preventivos gratuitos

No último dia 1º de dezembro, a Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD) promoveu, em todo país, um dia dedicado ao câncer de pele, inaugurando a 5ª edição do "Dezembro Laranja". O mês de conscientização integra a campanha nacional acerca do tema.

Nesta 20ª Campanha Nacional de Prevenção ao Câncer da Pele da SBD, a previsão é de que 30 mil pessoas sejam atendidas em várias atividades de verificação e conscientização para o problema. Afinal, entre os mais velhos, quem já não abusou do sol, chegando a ver a pele "descascar"? Mas o que um dia foi uma "brincadeira" de garotos ou jovens desinformados sobre os perigos da excessiva exposição ao sol, pode agora se revelar um problemão de saúde.

ESTATÍSTICA

Conforme o Instituto Nacional do Câncer (Inca), entre os tumores malignos registrados no Brasil, 30% correspondem ao câncer de pele - são 180 mil ocorrências anuais. Para 2018 e 2019, são esperados 165.580 mil novos casos do tipo não melanoma, índice que representa uma diminuição de 10 mil episódios com essa característica de um biênio para outro. Um dado inédito é que, comparado ao último levantamento do Inca, o quadro sobre a doença dá conta de que mais homens (85.170 mil), em relação às mulheres (80.410 mil), serão acometidos.

"O objetivo da campanha é conscientizar a população sobre os riscos da exposição solar sem a proteção certa, o que pode levar ao aparecimento desse câncer. O principal intuito é ensinar sobre como evitá-lo, medidas de diagnóstico e acesso às terapias adequadas. A conscientização pública é uma das formas de reduzir o índice de incidência do câncer de pele", salienta Maria Luiza Pires, da SBD-MG.

Leia mais aqui.

10/12/18

Parabenize os aniversariantes da semana